Movimento Sindical intensifica a luta nos estados para defender direitos dos trabalhadores

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Na manhã desta terça-feira (24), o Fórum das Centrais Sindicais realizou reunião com diversas lideranças sindicais do País para constituir as coordenações estaduais da Agenda Legislativa da Classe Trabalhadores.

Sérgio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Força Sindical, que é um dos coordenadores nacionais pela Central, explica que serão escolhidos dois representantes de cada central para organizar as ações e as mobilizações em torno da defesa da Agenda Legislativa dos Trabalhadores.

Serginho ressalta ainda que durante o encontro, eles falaram sobre as pressões que o movimento sindical tem exercido no Congresso Nacional em torno da MP 1.045 (que prevê a), a PEC 32 que trata da reforma administrativa e prejudica os servidores públicos, entre outros Projetos de Lei que ameaçam os direitos dos trabalhadores. “A ideia é organizarmos o movimento sindical em cada estado para dialogar e pressionar os deputados e senadores em seus domicílios eleitorais para evitarmos o aprofundamento da precarização do trabalho e a retirada de direitos”, destaca Serginho.

Geraldino dos Santos, secretário de Relações Sindicais da Força Sindical, também participou do encontro representando a Central. “As nossas lideranças em cada instância estadual precisam desempenhar o seu papel de protagonistas no debate em torno de matérias que atacam os direitos trabalhistas e sociais e que estão em debate no Congresso Nacional. Precisamos evitar que sejam retirados ainda mais direitos dos trabalhadores”, defende Geraldino.

Agenda em Brasília

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, ao lado do secretário-geral da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), terá uma intensa agenda em Brasília, nesta terça-feira (24), em Brasília. Ao lado de outros dirigentes sindicais, eles terão encontros com Onyx Lorenzoni, Ministro do Trabalho para exigir uma atuação efetiva da pasta em defesa dos trabalhadores e encontros com o presidente do Senado e com a bancada da posição na Casa para discutir a nefasta MP 1045 que, da forma que está, retira ainda mais direitos dos trabalhadores.

 

Fonte: Força Sindical